Tik Tok torna-se numa preferência dos anunciantes

Com mais de 1 bilião de utilizadores mensais activos, o símbolo da geração Z tem crescido de forma exponencial, de acordo com o Meio
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Com mais de 1 bilião de utilizadores mensais activos, o símbolo da geração Z tem crescido de forma exponencial, de acordo com o Meio e Mensagem, sendo uma das marcas que, cada vez mais, caracteriza a geração nascida na era digital.

A “Inside Intelligence”, empresa especializada em pesquisas e análises da indústria digital, divulgou recentemente uma projecção que dá conta de que a receita publicitária global, do “Tik Tok”, será superior à do “Twitter” e do “Snapchat” somadas, em 2022. Para tal, tem contribuído o impacto que esta rede tem tido junto de anunciantes que almejam crescimento, e alcance, junto deste público que tem um comportamento dinâmico e activo.

De acordo com esta pesquisa, o “Tik Tok” conseguiu uma facturação avaliada em mais de 3,8 biliões de dólares, só em publicidade, no ano de 2021. Para o presente ano estima-se que o “Tik Tok” venha a alcançar os 11,64 biliões de dólares, no campo do investimento publicitário.

Para Henrique Rojas, chief strategy officer (CSO) da Peppery, o aumento da receita publicitária da rede social não se deve a um único factor mas, sim, à união de 3 elementos que, juntos, representam o potencial atractivo desta rede. Estes, são a novidade, o target e o poder de engajamento.

Além disso, relativamente a esta rede social, Melina Azevedo, directora da equipe de especialistas da “Mirum e i-Cherry” (empresa brasileira de destaque na área) destaca que, para uma boa plataforma se tornar interessante, como veículo de media, é necessário contrabalançar esta capacidade de divulgação das marcas, sem tirar o foco principal nas pessoas, sendo esse o desafio que permite a monetização da rede junto da sua comunidade de utilizadores. No “Tik Tok” as pessoas estão para se conectar com os seus gostos pessoais e descobrir novidades, sejam estas últimas provenientes de um criador ou de uma empresa, conclui Azevedo.

Veremos com o tempo se, com base nesta análise, o “Tik Tok” terá essa capacidade de equilibrar a balança, entre os que pretendem “gastar dinheiro”, na aplicação, e os verdadeiros activos desta rede, os seus utilizadores.

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