Helton Félix: Como a ilustração dá visibilidade a marcas no mercado moçambicano

‘O nosso mercado ainda é bastante fértil no que toca ao uso da ilustração, no entanto, isso não significa que não haja trabalhos ilustrativos
helton felix

‘O nosso mercado ainda é bastante fértil no que toca ao uso da ilustração, no entanto, isso não significa que não haja trabalhos ilustrativos de qualidade’. A afirmação é de Helton Félix, ilustrador moçambicano. Em conversa exclusiva para o Marcas por Escrever, Helton Félix Tamele, formado pela Escola Nacional de Artes Visuais, descobriu a sua paixão muito cedo e decidiu abraçar a indústria criativa, onde tem vindo a desenvolver seus trabalhos até então.

O objectivo do criativo sempre foi fazer arte com significado, de qualidade e que satisfazem as exigências da entidade que as solicita.

O meu trabalho significa comunicar de um jeito diferente, sorrir diferente. Porém, acima de tudo, significa ajudar o meu cliente a comunicar de forma mais diferenciada, influente e persuasiva no mercado da publicidade.

Helton Félix

‘Muitas são as marcas que procuram a ilustração como forma de ‘fechar’ lacunas, ou tornar possível tudo o que o Designer Gráfico por exemplo não consegue alcançar ou um outro profissional que trabalha na área criativa não entende. Com a ilustração é possível dar origem a objectos, personagens que antes não faziam parte do nosso quotidiano”, conclui Félix

Quando questionado o porquê de não se falar muito sobre ilustração ou banda desenhada, Helton Félix assume que o facto de não se muito ouvir falar não significa que não existem ilustradores ou trabalhos de ilustração; na sua opinião, o que acontece é a falta de conhecimento das pessoas sobre este tipo de trabalho, as pessoas convivem com bandas desenhadas nos livros ou revistas porém não dão conta de que aquele é um trabalho de ilustração.

Ouvir e entender o cliente tem sido uma outra arte que descobri no decorrer da minha experiência profissional

Helton Felix

‘Decidi anexar esse requisito no pacote, e não só, dar também o poder da voz as pessoas que tem um curto alcance e que se sentem amputadas na sociedade, aplicando a ideia de mobilização para vários tipos de assuntos que afectam de forma activa ou passiva a nossa sociedade nas minhas artes em particular porque sinto que como artista tenho uma missão por cumprir de modo a contribuir na mudança de comportamento através dos meus trabalhos”, destacou Helton Félix.

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