Chamanculo é Vida, um novo rumo para a periferia maputense

Chamanculo é Vida é um movimento que remonta desde o ano de 2018, criado com intuito de promover o desenvolvimento social, cultural dentro da
chamanculo

Chamanculo é Vida é um movimento que remonta desde o ano de 2018, criado com intuito de promover o desenvolvimento social, cultural dentro da comunidade através de vários programas.

O maior objectivo deste movimento é dar aos bairros periféricos, uma nova visão e poder mostrar a todas as sociedades que na periferia existe muita coisa boa sendo criada por diversos movimentos e grupos, e desta feita mudar o cenário que a maior parte das pessoas tem sobre a periferia seja no âmbito de índice elevado de criminalidade, marginalidade assim como a mendicidade.

O movimento em causa tem levado a cabo vários programas para o crescimento da rapariga e mulheres através da tecnologia, a título de exemplo é o Business Woman Ghetto lançado em 2021, com o intuito de formar mulheres em Marketing Digital para poderem gerir os seus próprios negócios e para aquelas que pretendem empreender.

Segundo Cecília Mahumane, fundadora do Chamanculo é Vida destaca “Queremos impactar a sociedade de forma positiva quer socialmente quer economicamente assim como culturalmente, mas sentimos a necessidade desenvolver mais coisas que é para se perceber o crescimento deste movimento e desta feita inspirar os outros bairros a criar movimentos idênticos”.

De salientar que o projecto Chamanculo é Vida tem trabalhado de mãos dadas com diversas organizações, assim como a sociedade civil. Actualmente o projecto abrange bairros que fazem parte do distrito municipal Kadlamanculo. Ademais o movimento tem feito vendas de T-shirts, saraus, exposição de fotografias para entreter a comunidade assim como para suster o movimento.

“A documentação tem sido uma componente bastante importante para nós porque através da produção de vídeos, fotografias isso ajuda-nos a difundir o nosso projecto e agora que estamos na era digital todos terão a oportunidade de se identificar e ter orgulho de viver na periferia e também fará com que as gerações vindouras conheçam a história do nosso bairro”, conclui Mahumana .

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